Tem algo de grandioso nas bandas novas, elas podem errar. Já que não têm a atenção de multidões para julgar se continuam bons ou se evoluiram; uma obrigação de vender o mesmo que trabalhos antecedentes ou até patrocionadores, ou até fãs que muitas vezes limitam o artista de mudar. Eu, sinceramente, tenho me policiado para não julgar uma arte tomando como referência uma outra arte. A arte precisa ser comparada para ser entendida, não para ser inferiorizada. O que é julgado infeirior pode ser porque o juiz simplesmente não conseguiu entender, porque só consegue ver alguns cores (tem gostos delimitados) ou ainda porque se tornou mais imagem do que conteúdo.
Despretensiosamente esta banda inglesa, Dry the River, tem chamado muita atenção nos grandes festivais europeus. Esta banda me ensinou sobre a grandiosidade de buscar se equiparar a grandes bandas mesmo no início de uma carreira que ainda aparece com apenas pequenas pegadas. De um ínicio grandioso podemos esperar um grande assombro futuro, e se não, ficaremos feliz por já termos nos satisfeitos no primeiro.
Despretensiosamente esta banda inglesa, Dry the River, tem chamado muita atenção nos grandes festivais europeus. Esta banda me ensinou sobre a grandiosidade de buscar se equiparar a grandes bandas mesmo no início de uma carreira que ainda aparece com apenas pequenas pegadas. De um ínicio grandioso podemos esperar um grande assombro futuro, e se não, ficaremos feliz por já termos nos satisfeitos no primeiro.
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