
Já é perceptível que para mim o que conta é a viagem emocional que uma música pode ofertar. Chega até ser abstrato, mas em muitos momentos fui curado, compelido a decidir corretamente, compreender problemas, ou até mesmo, fui ferido, por causa da influência da música. Por isso, tento agregar os mais diversos sons para utilizá-los ao meu favor. O que apresento hoje a vocês tem um grande poder de afetar qualquer um que escuta; música simples e carregada de carga emocional. Chris Garneau é um artista completo sendo lapidado; o estudo de sua música gera sempre muito a se falar e sentir.
Chris se utiliza de um piano comovente (curiosidade: geralmente ele usa um lâmpada acima do piano para tocar); percusão em marchas de rua européia (ou de carnaval, se compreenderem não ser igual ao que conhecemos); um indie mais inclinado ao pop que ao alternativo. Não posso compará-lo a artistas como Damien Rice e Glen Hansard, contudo arrisco que está em seu caminho buscando seguir uma linha mais amplas que estes. Arriscando em alguns experimentalismos, agregando elementos de baroque, carnival e Americana.
É perceptível ainda a falta de lirismo poético no artista, o qual aparenta se preocupar com "rimas quadráticas". O leitor não me entenda errado; não acredito que ele peque na arte que se propõe a fazer, mas esse em minha opinião não a consistência, ou melhor, a fluência escrita não é um fator de relevância no artista. As letras abordam histórias perceptíveis de pessoalidade; metáforas espalhadas; boas concepções, apenas se limitam em uma métrica, fator de principal crítica ao artista.
Deixo aqui dois álbuns diferentes entre si. Music for tourists (2006), primeiro lançamento e carregado de emoção. Uma viagem de piano para reflexão, um salto no sentimento com minúncias espantosas. E o El Radio (2009) usando de mais risco e experimentalismo, mas sem uma uniformidade de conceito como no primeiro, um bom passatempo.
Deixando a técnica de lado, esperando e sabendo que logo acontecerá o incrível com este artista devido ao seu enorme potencial; esses dois cds são grandes presentes para os amantes de música com significado, que deixam você melhor do que quando começou a escutá-las.
Chris se utiliza de um piano comovente (curiosidade: geralmente ele usa um lâmpada acima do piano para tocar); percusão em marchas de rua européia (ou de carnaval, se compreenderem não ser igual ao que conhecemos); um indie mais inclinado ao pop que ao alternativo. Não posso compará-lo a artistas como Damien Rice e Glen Hansard, contudo arrisco que está em seu caminho buscando seguir uma linha mais amplas que estes. Arriscando em alguns experimentalismos, agregando elementos de baroque, carnival e Americana.
É perceptível ainda a falta de lirismo poético no artista, o qual aparenta se preocupar com "rimas quadráticas". O leitor não me entenda errado; não acredito que ele peque na arte que se propõe a fazer, mas esse em minha opinião não a consistência, ou melhor, a fluência escrita não é um fator de relevância no artista. As letras abordam histórias perceptíveis de pessoalidade; metáforas espalhadas; boas concepções, apenas se limitam em uma métrica, fator de principal crítica ao artista.
Deixo aqui dois álbuns diferentes entre si. Music for tourists (2006), primeiro lançamento e carregado de emoção. Uma viagem de piano para reflexão, um salto no sentimento com minúncias espantosas. E o El Radio (2009) usando de mais risco e experimentalismo, mas sem uma uniformidade de conceito como no primeiro, um bom passatempo.
Deixando a técnica de lado, esperando e sabendo que logo acontecerá o incrível com este artista devido ao seu enorme potencial; esses dois cds são grandes presentes para os amantes de música com significado, que deixam você melhor do que quando começou a escutá-las.
MUSIC FOR TOURISTS

- "Castle-Time" – 3:58
- "Relief" – 3:45
- "Black & Blue" – 5:32
- "Saturday" – 2:21
- "So Far" – 4:23
- "First Place!!!" – 4:14
- "Hymn" – 1:40
- "Baby's Romance" – 4:37
- "Not Nice" – 5:31
- "Blue Suede Shoes" – 3:09
- "We Don't Try" – 3:41
- "Sad News" – 6:01
- "Halloween" – 4:52
- "Between Bars" (Elliot Smith cover) – 3:05
DOWNLOAD
C SIDES
1. Love Zombies
2. Blackout
3. The Runt
4. It’s Almost Christmas!
5. The Island Song
EL RADIO
- "The Leaving Song"
- "Dirty Night Clowns"
- "Raw and Awake"
- "Hands on the Radio"
- "No More Pirates"
- "Fireflies"
- "Hometown Girls"
- "Over and Over"
- "The Cats & Kids"
- "Les Lucioles en re Mineur"
- "Things She Said"
- "Pirates Reprise"
- "Black Hawk Waltz"
DOWNLOAD


Nenhum comentário:
Postar um comentário