
Um grande homem, que apesar de conhecer seu potencial, proporcionar inúmeros bons frutos e quebrar paradigmas traz consigo uma postura ainda mais enaltecedora de humildade. Em um verso da canção liberdade, Marcelo Camelo explica porque é o maior nome da música contemporânea brasileira:
Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom / Daqui não / Eu vivo a vida na ilusão / Entre o chão e os ares / Vou sonhando em outros ares, vou / Fingindo ser o que eu já sou / Fingindo ser o que eu já sou / Mesmo sem me libertar eu vou.
Incrível como ele consegue elevar a música popular brasileira com tanta sutileza neste álbum. Sou, um título mais que sugestivo, traz sua personalidade crua e melhor do que pensei ser possível. O rompimento com Los Hermanos fez muito bem para este homem, que nos mostra a peça épica que se passa em sua mente; sua arte, sem estar direcionado a um dado público. Longe das expectativas dos fãs que evidentemente querem que siga dada corrente musical e o rompimento com seus colegas do Los busca a valozicao da sua individualidade, ou ao menos exercê-la. Pode ser o sentimento contido em uma de suas letras: Posso estar só, mas sou de todo mundo... / Solidão foge que eu te encontro, eu já tenho asas... (doce solidão)
Um gênio da música falada e tocada cuja sensibilidade invejável por qualquer psicólogo. Suas músicas podem ser escutadas em simples acordes, mas simultaneamente, cairiam como veludo para qualquer orquestra sinfônica. A cultura brasileira é um lugar mais completo com a presença deste sonhador. Janta, liberdade, saudade são algumas das melhores músicas que já ouvi.
É certo que o cd demanda paciência para o ouvinte; ouvidos bastante atentos para perceber nuâncias; buscar ouvir instrumentos falando quando Marcelo prefere calar-se "em muitos momentos". As letras demonstram um lado melancólico; a atmosfera do álbum varia da alegria a depressão, mas longe de levar a inconsistência.
Enquanto o povo brasileiro seguir os seus passos não perderá sua identidade. Se perguntassem para mim: - O que mais lhe orgulha no Brasil? Marcelo Camelo seria uma das minhas prováveis respostas sem exitar.

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Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom / Daqui não / Eu vivo a vida na ilusão / Entre o chão e os ares / Vou sonhando em outros ares, vou / Fingindo ser o que eu já sou / Fingindo ser o que eu já sou / Mesmo sem me libertar eu vou.
Incrível como ele consegue elevar a música popular brasileira com tanta sutileza neste álbum. Sou, um título mais que sugestivo, traz sua personalidade crua e melhor do que pensei ser possível. O rompimento com Los Hermanos fez muito bem para este homem, que nos mostra a peça épica que se passa em sua mente; sua arte, sem estar direcionado a um dado público. Longe das expectativas dos fãs que evidentemente querem que siga dada corrente musical e o rompimento com seus colegas do Los busca a valozicao da sua individualidade, ou ao menos exercê-la. Pode ser o sentimento contido em uma de suas letras: Posso estar só, mas sou de todo mundo... / Solidão foge que eu te encontro, eu já tenho asas... (doce solidão)
Um gênio da música falada e tocada cuja sensibilidade invejável por qualquer psicólogo. Suas músicas podem ser escutadas em simples acordes, mas simultaneamente, cairiam como veludo para qualquer orquestra sinfônica. A cultura brasileira é um lugar mais completo com a presença deste sonhador. Janta, liberdade, saudade são algumas das melhores músicas que já ouvi.
É certo que o cd demanda paciência para o ouvinte; ouvidos bastante atentos para perceber nuâncias; buscar ouvir instrumentos falando quando Marcelo prefere calar-se "em muitos momentos". As letras demonstram um lado melancólico; a atmosfera do álbum varia da alegria a depressão, mas longe de levar a inconsistência.
Enquanto o povo brasileiro seguir os seus passos não perderá sua identidade. Se perguntassem para mim: - O que mais lhe orgulha no Brasil? Marcelo Camelo seria uma das minhas prováveis respostas sem exitar.
SOU

- "Téo e a Gaivota" (com Hurtmold)
- "Tudo Passa" (com Hurtmold)
- "Passeando"
- "Doce Solidão" (com Hurtmold)
- "Janta" (com Mallu Magalhães)
- "Mais Tarde" (com Hurtmold)
- "Menina Bordada" (com Hurtmold)
- "Liberdade" (com Dominguinhos)
- "Saudade"
- "Santa Chuva"
- "Copacabana"
- "Vida Doce" (com Hurtmold)
- "Saudade (faixa bônus)" (com Clara Sverner)
- "Passeando (faixa bônus)" (com Clara Sverner)
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Adorei o texto!
ResponderExcluire concordo plenamente.
Lixo!
ResponderExcluirLindo texto, vc disse tudo, amiguinho! Parabéns! A-DO-REI!
ResponderExcluirHein??
ResponderExcluirQ pagação
ResponderExcluirainda ficará bom.. mas não está
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