
Segundo a ciência uma estrela passa por fases do desenvolvimento de vida tal como um ser humano; nascem com a cor azul, amadurecem com a coloração amarelada e pouco antes de morrer adquirem o vermelho. No ciclo da vida podemos nos colocar em estágios diferenciados desta, sem levar em consideração a idade, mas nossas próprias escolhas. Algumas músicas influenciam para a alegria total, um estado de renascimento do espírito; outras trazem aspectos complexos amarelados da vida futura, e outras, como a que eu venho hoje compartilhar com os leitores, abordam o aspecto de morte em um vermelho, a melancolia em sua forma resplandecente. Algo a se pensar no estilo dark folk não é que são músicas para ficar triste, como meus amigos usualmente se referem ao meu gosto; todavia são músicas para fazê-lo sentir a dor, para que assim conhecendo seu inimigo tenha mais força para levantar.
O Novo cd de Emily Jane White, Victorian American, trouxe-me essa imensa surpresa; um mergulho em sentimentos ressentidos; uma escuridão sentimental, muitas vezes provocando um estado de inércia, contudo como referido, mostrando que existe esperança em um caminho distante. Essa incrível compositora emociona em cada música; traz melodias mais trabalhadas que o antigo álbum e letras mais poéticas, abordando com simplicidade e encanto as emoções de seres despedaçados. Ela consegue através de sua voz, sempre bem imposta, e os instrumentos clássicos que a adornam, fazê-lo viajar por pedregulhos, por tristezas armazenadas, a refletir sobre si mesmo e chegar a um ponto final mais seguro de quem é, arrependido (caso acha motivos) e com novas resoluções.
É possível ouvir barulhos da natureza em volta do álbum; a primeira vez que eu o ouvi busquei me certificar que não estava ao redor de árvores ou em frente a praia; ela recria cenários com facilidade em nossa mente. Ela traz uma atmosfera densa do que há de mais belo na sua melancolia melódica: o pranto silencioso; palavras engasgadas; imagens abstratas de conflitos. O álbum faz o que se envolve despir-se de si mesmo; tornar-se vulnerável, supersensível; e isso foi muito necessário para mim. Espero que tenham a mesma experiência.
O Novo cd de Emily Jane White, Victorian American, trouxe-me essa imensa surpresa; um mergulho em sentimentos ressentidos; uma escuridão sentimental, muitas vezes provocando um estado de inércia, contudo como referido, mostrando que existe esperança em um caminho distante. Essa incrível compositora emociona em cada música; traz melodias mais trabalhadas que o antigo álbum e letras mais poéticas, abordando com simplicidade e encanto as emoções de seres despedaçados. Ela consegue através de sua voz, sempre bem imposta, e os instrumentos clássicos que a adornam, fazê-lo viajar por pedregulhos, por tristezas armazenadas, a refletir sobre si mesmo e chegar a um ponto final mais seguro de quem é, arrependido (caso acha motivos) e com novas resoluções.
É possível ouvir barulhos da natureza em volta do álbum; a primeira vez que eu o ouvi busquei me certificar que não estava ao redor de árvores ou em frente a praia; ela recria cenários com facilidade em nossa mente. Ela traz uma atmosfera densa do que há de mais belo na sua melancolia melódica: o pranto silencioso; palavras engasgadas; imagens abstratas de conflitos. O álbum faz o que se envolve despir-se de si mesmo; tornar-se vulnerável, supersensível; e isso foi muito necessário para mim. Espero que tenham a mesma experiência.
VICTORIAN AMERICA
1. Never Dead
2. Stairs
3. Victorian American
4. The Baby
5. Frozen Heart
6. The Country Life
7. Liza
8. The Ravens
9. Red Serpent
10. Red Dress
11. A Shot Rang Out
12. Ghost of Horse
DARK UNDERCOAT
01. Bessie Smith
02. Hole In The Middle
03. Dark Undercoat
04. Dagger
05. Time On Your Side
06. The Demon
07. Sleeping Dead
08. Blue
09. Wild Tigers I Have Known
10. Two Shots To The Head


Nenhum comentário:
Postar um comentário